André Trigueiro fala por si só:
Bem-Vindo(a)!
O Ecologicamente Sustentável possui fundo preto para reduzir os males provocados pelo excesso de luminosidade nos olhos e economizar energia gasta pelo monitor.
sábado, 19 de dezembro de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
GreenPeace - Projeto Black Píxel
O GreenPeace, no programa Black Pixel Project, desenvolveu um aplicativo de computador capaz de economizar energia dos monitores. Ele funciona apagando um único pixel da tela, ou seja, dos milhares de pontinhos que existe no seu monitor, ele transforma 1 em um pixel preto.
Apenas um?
Sim, um pixel pode parecer pouco, bem... é pouco. Mas a intenção do GreenPeace é fazer com que todos colaborem sem se incomodarem, já que esse pixel apagado não atrapalha a visualização da tela. Se muitos internautas ambientalmente conscientes instalarem esse aplicativo do GreenPeace, muita enegia pode ser economizada.
Visite o site do projeto:
Greenpeace Black Pixel.org
Importante: o aplicativo não funciona em monitores LCD. Nesses, grande parte da energia gasta vem da luz de fundo, enquanto que cada pixel consome pouca energia individualmente.
Vale lembrar que o Ecologicamente Sustentável faz a sua parte desde que foi criado: o fundo preto economiza bastante energia elétrica, poupando recursos do meio ambiente, ainda, aliviando sua visão de qualquer malefício que a tela do computador poderia lhe causar.
Apenas um?
Sim, um pixel pode parecer pouco, bem... é pouco. Mas a intenção do GreenPeace é fazer com que todos colaborem sem se incomodarem, já que esse pixel apagado não atrapalha a visualização da tela. Se muitos internautas ambientalmente conscientes instalarem esse aplicativo do GreenPeace, muita enegia pode ser economizada.
Visite o site do projeto:
Greenpeace Black Pixel.org
Importante: o aplicativo não funciona em monitores LCD. Nesses, grande parte da energia gasta vem da luz de fundo, enquanto que cada pixel consome pouca energia individualmente.
Vale lembrar que o Ecologicamente Sustentável faz a sua parte desde que foi criado: o fundo preto economiza bastante energia elétrica, poupando recursos do meio ambiente, ainda, aliviando sua visão de qualquer malefício que a tela do computador poderia lhe causar.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Notebook Ecológico
Partindo do ponto de vista ecologicamente correto, a Asus criou o Asus Ecobook.
Revestido de bambu e feito com plásticos totalmente recicláveis, a Asus mostra que a tecnologia pode andar unida ao conceito de sustentabilidade.
Esse, é claro, é apenas o primeiro passo para que as tecnologias andem lado a lado com o meio ambiente.
Aguardaremos ansiosos os próximos passos das gigantes mundiais de informáticas, enquanto fazemos nessa parte no dia-a-dia.
Revestido de bambu e feito com plásticos totalmente recicláveis, a Asus mostra que a tecnologia pode andar unida ao conceito de sustentabilidade.
Esse, é claro, é apenas o primeiro passo para que as tecnologias andem lado a lado com o meio ambiente.
Aguardaremos ansiosos os próximos passos das gigantes mundiais de informáticas, enquanto fazemos nessa parte no dia-a-dia.
Assista a um vídeo sobre o notebook (em inglês):
domingo, 21 de junho de 2009
Filme: A sea Change (Uma mudança no mar)
Documentário alerta sobre as mudanças climáticas e suas consequencias, principalmente no que diz respeito aos oceanos.
Várias espécies estão sendo ameaçadas devido à ação do homem, principal causador do aquecimento global.
Confira a fonte na reportagem do Ambiente Brasil.
Várias espécies estão sendo ameaçadas devido à ação do homem, principal causador do aquecimento global.
Confira a fonte na reportagem do Ambiente Brasil.
Trailer do filme (em inglês):
domingo, 14 de junho de 2009
Produtos de Papel Reciclado
O papel reciclado tem se mostrado uma das formas de proteger o meio ambiente de maior aceitação por parte da sociedade. Isso ocorre porque o hábito muda pouco: as pessoas continuam comprando papel, só passam a comprar o reciclado, em vez do tradicional.
Por isso, acho importante postar onde pode encontrar papel reciclado, ou seja, em quais objetos o papel reciclado está.
Os mais comuns são:
- Caixas (muitas enfeitadas para presentes)
- Blocos para anotações (eu particularmente uso o mesmo bloco há anos, já que procuro aproveitar cada pedaço de cada papel)
- Cadernos (principalmente para os que ainda estudam e para os pais que compram os cadernos dos filhos, é uma ótima maneira de incentivar o consumo consciente desde cedo)
- Livros (nesse caso ficamos dependendo da iniciativa dos autores e editoras)
- Cartões de visitas (é um marketing profissional extra quando se entrega um cartão de contato feito de papel reciclado. O profissional subiria consideravelmente no meu conceito)
- Álbuns
- Folhas para impressão
Além de inúmeros outros produtos feitos de papel reciclado, que são cada vez mais demandados, seja para o escrever no dia a dia, seja para embrulhar um belo presente de natal.
Assista a um vídeo sobre reciclagem:
Artigos Relacionados:
Papel Reciclado
Por isso, acho importante postar onde pode encontrar papel reciclado, ou seja, em quais objetos o papel reciclado está.
Os mais comuns são:
- Caixas (muitas enfeitadas para presentes)
- Blocos para anotações (eu particularmente uso o mesmo bloco há anos, já que procuro aproveitar cada pedaço de cada papel)
- Cadernos (principalmente para os que ainda estudam e para os pais que compram os cadernos dos filhos, é uma ótima maneira de incentivar o consumo consciente desde cedo)
- Livros (nesse caso ficamos dependendo da iniciativa dos autores e editoras)
- Cartões de visitas (é um marketing profissional extra quando se entrega um cartão de contato feito de papel reciclado. O profissional subiria consideravelmente no meu conceito)
- Álbuns
- Folhas para impressão
Além de inúmeros outros produtos feitos de papel reciclado, que são cada vez mais demandados, seja para o escrever no dia a dia, seja para embrulhar um belo presente de natal.
Assista a um vídeo sobre reciclagem:
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Papel Reciclado
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Crise econômica: boa ou ruim?
Do ponto de vista ecológico, a crise mundial pode trazer vários benefícios.
Diminuiu-se o consumo, o que significa que também diminuiu todas as mazelas que o consumo traz, desde a produção, que gera emissões de co2 e resíduos industriais, transporte e até mesmo os dejetos depois do consumo.
Tudo isso tem seu valor para o meio ambiente por duas razões:
A primeira é que grande parte de toda a produção, transporte e consumo não estão de acordo com as práticas de sustentabilidade, já que a consciência ambiental ainda não predomina. Desta forma, se há desaceleração, sem dúvida, quer dizer que o homem está explorando menos o meio ambiente.
A segunda razão é que, cada vez mais, estamos questionando se toda a estrutura em que estava baseada a economia antes da crise é realmente a melhor que pode-se aplicar. Vale lembrar aqui a importância da EcoEconomia, já que a economia clássica, com todos os seus cálculos e gráficos, ignora o fato de os recursos naturais serem finitos.
Assim, novos modelos, nos quais os ecologicamente sustentáveis estão incluídos, são cogitados como possíveis. Além disso, mercados onde há muitas empresas com processos de produção ultrapassados (muitas vezes mais poluentes), abrem espaço para novas empresas, que irão competir utilizando, provavelmente, as mais modernas técnicas administrativas, que inevitavelmente esbarrarão na sustentabilidade. O conjunto dessas técnicas é conhecido como EcoEficiência.
É importante enfatizar que apenas analiso a crise no âmbito ambiental, já o lado social certamente é bastante prejudicado, principalmente no que tange àqueles que passam por dificuldades financeiras.
Tudo isso tem seu valor para o meio ambiente por duas razões:
A primeira é que grande parte de toda a produção, transporte e consumo não estão de acordo com as práticas de sustentabilidade, já que a consciência ambiental ainda não predomina. Desta forma, se há desaceleração, sem dúvida, quer dizer que o homem está explorando menos o meio ambiente.
A segunda razão é que, cada vez mais, estamos questionando se toda a estrutura em que estava baseada a economia antes da crise é realmente a melhor que pode-se aplicar. Vale lembrar aqui a importância da EcoEconomia, já que a economia clássica, com todos os seus cálculos e gráficos, ignora o fato de os recursos naturais serem finitos.
Assim, novos modelos, nos quais os ecologicamente sustentáveis estão incluídos, são cogitados como possíveis. Além disso, mercados onde há muitas empresas com processos de produção ultrapassados (muitas vezes mais poluentes), abrem espaço para novas empresas, que irão competir utilizando, provavelmente, as mais modernas técnicas administrativas, que inevitavelmente esbarrarão na sustentabilidade. O conjunto dessas técnicas é conhecido como EcoEficiência.
É importante enfatizar que apenas analiso a crise no âmbito ambiental, já o lado social certamente é bastante prejudicado, principalmente no que tange àqueles que passam por dificuldades financeiras.
Pense de novo:
quinta-feira, 5 de março de 2009
Coleta Seletiva
Como funciona a coleta seletiva em sua cidade, em seu bairro?
Na rua em que eu moro, uma vez por semana o caminhão da comlurb (caminhão de lixo) passa para retirar apenas o material que pode ser reciclado.
É importante percebermos que nós devemos facilitar o processo, separando esse material em nossas casas, antes de destiná-los à coleta.
O ideal é separar em latas diferentes: vidro, papel, plástico, restos orgânicos e metal.
Mas, caso ainda você não faça essa seleção, um começo é separar os restos orgânicos dos não-orgânicos. Dessa forma, as cooperativas que trabalham com reciclagem terão mais facilidade de aproveitar o lixo. (Imagine se você pretende reaproveitar uma garrafa PET, mas sobre ela há restos de comida; não seria muito agradável coletar tal garrafa.)
Vale ressaltar que pilhas e baterias devem ser depositadas em uma coleta especialmente destinada a elas. Eu costumo, particularmente, depositá-las no “papa-pilhas” das agências do Banco Real.
Assista a uma reportagem do Globo Repórter sobre reciclagem:
Na rua em que eu moro, uma vez por semana o caminhão da comlurb (caminhão de lixo) passa para retirar apenas o material que pode ser reciclado.
É importante percebermos que nós devemos facilitar o processo, separando esse material em nossas casas, antes de destiná-los à coleta.
O ideal é separar em latas diferentes: vidro, papel, plástico, restos orgânicos e metal.
Mas, caso ainda você não faça essa seleção, um começo é separar os restos orgânicos dos não-orgânicos. Dessa forma, as cooperativas que trabalham com reciclagem terão mais facilidade de aproveitar o lixo. (Imagine se você pretende reaproveitar uma garrafa PET, mas sobre ela há restos de comida; não seria muito agradável coletar tal garrafa.)
Vale ressaltar que pilhas e baterias devem ser depositadas em uma coleta especialmente destinada a elas. Eu costumo, particularmente, depositá-las no “papa-pilhas” das agências do Banco Real.
Assista a uma reportagem do Globo Repórter sobre reciclagem:
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Energia do mar
Apesar de ainda pouco difundida e aplicada, a energia proveniente das águas se apresenta como uma boa alternativa de obtenção de energia elétrica.
Eu poderia discorrer bastante sobre o tema. No entanto, percebi que há fontes muito interessantes que o abordam com bastante abrangência e profundidade. Por esse motivo, resolvi agregá-las para que você possa compreender bem sobre essa fonte de energia renovável.
Explicação detalhada de como é possível obter energia do mar:
www.oeco.com.br
Reportagem do New York Times dublada sobre turbinas subaquáticas e bóias térmicas:

A Força da Água
Tecnologia nacional, da UFRJ, para obtenção de energia elétrica a partir das marés:
Eu poderia discorrer bastante sobre o tema. No entanto, percebi que há fontes muito interessantes que o abordam com bastante abrangência e profundidade. Por esse motivo, resolvi agregá-las para que você possa compreender bem sobre essa fonte de energia renovável.
Explicação detalhada de como é possível obter energia do mar:
www.oeco.com.br
Reportagem do New York Times dublada sobre turbinas subaquáticas e bóias térmicas:
A Força da Água
Tecnologia nacional, da UFRJ, para obtenção de energia elétrica a partir das marés:
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Sacos Plásticos
Provavelmente você já deve saber que os sacos plásticos (ou sacolas plásticas se preferir), quando descartados, são um grande problema ambiental.
Aparentemente inocentes, são capazes de bloquear acessos de água, causando enchentes nas grandes cidades, provocam as mortes de inúmeros animais marinhos (incluindo grandes baleias), devido à ingestão do material, entre inúmeras outras mazelas ambientais.
Além disso, demoram mais de 100 anos para se decompor. Isso significa que, provavelmente, o primeiro saco plástico que você recebeu no supermercado deve estar em algum lugar, poluindo a natureza e lá permanecerá por muito tempo ainda.
A maior parte dos países já procura substituí-los por alternativas ecologicamente corretas (como o bioplástico, por exemplo) e inibir seu uso, por meio de proibições, tributações extras e campanhas de conscientização. No entanto, o Brasil continua de vento em polpa com sua produção dessas sacolas prejudiciais ao meio ambiente. Por isso, em vez de esperarmos políticas públicas, nós devemos ser os verdadeiros motores dessa mudança de comportamento.
Mas aí nos perguntamos: o que nós, pobres mortais, podemos fazer a respeito? A primeira coisa a se lembrar é que somos cidadãos e, assim sendo, temos direitos a cobrar e deveres a cumprir para com a sociedade. Devemos sempre cobrar em nossa cidade, em qualquer estabelecimento comercial, alternativas para os sacos plásticos que costumam entregar aos consumidores. Mas também não basta cobrar dos outros e, por isso, listei algumas atitudes simples que podemos realizar para ajudar preservar a natureza:
Aparentemente inocentes, são capazes de bloquear acessos de água, causando enchentes nas grandes cidades, provocam as mortes de inúmeros animais marinhos (incluindo grandes baleias), devido à ingestão do material, entre inúmeras outras mazelas ambientais.
Além disso, demoram mais de 100 anos para se decompor. Isso significa que, provavelmente, o primeiro saco plástico que você recebeu no supermercado deve estar em algum lugar, poluindo a natureza e lá permanecerá por muito tempo ainda.
A maior parte dos países já procura substituí-los por alternativas ecologicamente corretas (como o bioplástico, por exemplo) e inibir seu uso, por meio de proibições, tributações extras e campanhas de conscientização. No entanto, o Brasil continua de vento em polpa com sua produção dessas sacolas prejudiciais ao meio ambiente. Por isso, em vez de esperarmos políticas públicas, nós devemos ser os verdadeiros motores dessa mudança de comportamento.
Mas aí nos perguntamos: o que nós, pobres mortais, podemos fazer a respeito? A primeira coisa a se lembrar é que somos cidadãos e, assim sendo, temos direitos a cobrar e deveres a cumprir para com a sociedade. Devemos sempre cobrar em nossa cidade, em qualquer estabelecimento comercial, alternativas para os sacos plásticos que costumam entregar aos consumidores. Mas também não basta cobrar dos outros e, por isso, listei algumas atitudes simples que podemos realizar para ajudar preservar a natureza:
- Termos alguma sacola que não seja descartável (que podemos usar várias vezes) e utilizá-la toda vez que formos fazer compras. (algumas lojas costumam entregar sacos duráveis).
- Se não houver tal sacola em casa, ainda pode-se reutilizar os próprios sacos plásticos que já recebemos, juntando dois ou mais para aumentar a durabilidade, reaproveitando-os por muito tempo.
- Se ainda tiver esses sacos plásticos em sua casa, separe-os e os entregue a uma coleta seletiva, para que possam ser reciclados.
Dica: Lembre-se que nem sempre é necessária uma sacola para o produto que compramos. (Digo isso, pois uma vez eu fui a uma papelaria comprar um lápis e a moça do caixa queria colocá-lo num saco plástico para eu levar!)
Assista a uma reportagem do Fantástico sobre lixo plástico:
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Papel Plástico
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Papel Reciclado
Acabam-se as férias de verão (não!) e de volta para a carteira da sala de aula ou para a mesa do escritório. Sem dúvida, neste novo ano que se inicia, temos que comprar materiais novos.
Será mesmo? Devemos lembrar que reutilizar é palavra-chave quando se trata de desenvolvimento sustentável. Por isso, é importante que peguemos todo o material do ano anterior: o caderno daquele professor que quase não escrevemos e está praticamente vazio, aquela borracha que está quase acabando, aquele lápis de 3cm que caiu atrás da cama, a caneta bic sem tampa e assim vai o longo inventário de objetos a se recolher. Só depois de vermos aquilo que ainda pode ser reaproveitado, é que devemos ir às compras. Perceberemos que a lista do que deve ser comprado diminuiu, sobrou mais dinheiro no bolso e que o meio ambiente agradeceu por terem sido despejados menos resíduos no lixo.
Se, mesmo assim houver necessidade de se comprar novos cadernos, devemos priorizar aqueles feitos com papel reciclado. Mesmo que não haja na primeira papelaria que visitarmos, não devemos hesitar em olhar outras e perguntar ao vendedor se há esse tipo de produto, pois é assim que eles perceberão a demanda e passarão a vendê-los.
Por que papel reciclado?
Será mesmo? Devemos lembrar que reutilizar é palavra-chave quando se trata de desenvolvimento sustentável. Por isso, é importante que peguemos todo o material do ano anterior: o caderno daquele professor que quase não escrevemos e está praticamente vazio, aquela borracha que está quase acabando, aquele lápis de 3cm que caiu atrás da cama, a caneta bic sem tampa e assim vai o longo inventário de objetos a se recolher. Só depois de vermos aquilo que ainda pode ser reaproveitado, é que devemos ir às compras. Perceberemos que a lista do que deve ser comprado diminuiu, sobrou mais dinheiro no bolso e que o meio ambiente agradeceu por terem sido despejados menos resíduos no lixo.
Se, mesmo assim houver necessidade de se comprar novos cadernos, devemos priorizar aqueles feitos com papel reciclado. Mesmo que não haja na primeira papelaria que visitarmos, não devemos hesitar em olhar outras e perguntar ao vendedor se há esse tipo de produto, pois é assim que eles perceberão a demanda e passarão a vendê-los.
Por que papel reciclado?
- Para cada 50 quilos de papel reciclado, evita-se a que 1 árvore seja cortada. Isso significa que, se você comprar seus cadernos de papel reciclado e convencer alguns amigos de fazerem o mesmo, estão de parabéns, pois acabam de salvar uma árvore!
- Água! Para produção de uma tonelada de papel reciclado, se gasta em média 2.000 litros de água. No caso do papel tradicional, esse volume chega a 100.000 litros de água. Essa é a atividade industrial em que mais se utiliza água.
- A produção do papel reciclado demanda menos energia do que o processo tradicional.
- Utilização de menos produtos químicos que agridem o meio ambiente.
- Redução do volume de lixo.
- Mesmo com a política de reflorestamento, a produção crescente de papel não é sustentável, podendo torná-lo cada vez mais escasso.
- Mais empregos são criados, devido à coleta do papel usado. No Brasil, atualmente, o preço do papel reciclado ainda é mais alto do que o tradicional, pois não há grande consumo, repassando com mais intensidade os custos dessa coleta. A tendência é que, com o aumento do consumo, o papel reciclado seja mais barato do que o comum.
Para enfatizar a importância de comprar papel reciclado, segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), apenas em 2007, foram produzidos 2.473.415 toneladas de papel apenas para impressão. Para diminuir o impacto ambiental deste número, procure sempre utilizar os dois lados da folha na hora de imprimir e de escrever.
Dica: O uso de fichário em vez de cadernos pode ser bastante beneficente para a preservação do meio ambiente, pois nele só é utilizado o número exato de folhas necessárias, evitando desperdícios. Lembrando-se, é claro, de priorizar a compra de folhas de papel reciclado.
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Papel Plástico
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Papel Plástico (Sintético)
Invenção brasileira.
Menos energia e menos água necessárias para a fabricação.
Fácil de escrever.
Mais resistente.
Proveniente da reciclagem de plástico e, por isso, poupa as árvores.
O papel plástico oferece grandes vantagens em relação ao papel comum, feito de celulose.
Se essa nova tecnologia for aplicada a nível industrial e se tornar recorrente, muitos recursos naturais serão preservados, pois a produção de papel originado da celulose requer grande utilização desses recursos. Dentre eles, destaco a água, já que a produção de papel é a atividade insdustrial de maior consumo de água.
Mais detalhes, confira o video da reportagem do jornal nacional: g1.globo.com
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Menos energia e menos água necessárias para a fabricação.
Fácil de escrever.
Mais resistente.
Proveniente da reciclagem de plástico e, por isso, poupa as árvores.
O papel plástico oferece grandes vantagens em relação ao papel comum, feito de celulose.
Se essa nova tecnologia for aplicada a nível industrial e se tornar recorrente, muitos recursos naturais serão preservados, pois a produção de papel originado da celulose requer grande utilização desses recursos. Dentre eles, destaco a água, já que a produção de papel é a atividade insdustrial de maior consumo de água.
Mais detalhes, confira o video da reportagem do jornal nacional: g1.globo.com
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Papel Reciclado
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Plantas recomendadas pela NASA
Quem não quer respirar um ar mais puro? Qualquer cidadão afirmaria sem pestanejar que ar poluído é um problema bastante desagradável no dia-a-dia urbano. Enquanto esperamos medidas governamentais ou novas tecnologias (veja o artigo carros elétricos) que solucionem a situação, nos limitamos a medidas como andar de bicicleta e usar mais transportes coletivos.
Se, mesmo assim, você ainda tem a sensação de que o ar que respira não é nada como aquele da fazenda, longe de qualquer poluição da cidade, há uma nova solução. Segundo pesquisas da NASA (agência espacial americana), que sempre procura novas formas de purificar o ar de suas estações espaciais, algumas plantas são capazes de retirar do ar, além do CO2, outras substâncias prejudiciais à saúde, como o benzeno e o formaldeído.
Algumas das plantas indicadas pela NASA são:
Filodendro (philodendron scandens)
Pau-d’água (dracaena fragrans)
Hera (hedera helix)
Paulistinha (chlorophytum comosum)
Lírio-da-paz (spathiphyllum mauna loa)
Café-de-salão (aglaonema modestum)
Fícus-benjamim (ficus benjamina)
Palmeira-bambu (chamaedorea seifrizii)
Espada-de-são-jorge (sansevieria trifasciata)
Confira a fonte: Revista Época Negócios
Se, mesmo assim, você ainda tem a sensação de que o ar que respira não é nada como aquele da fazenda, longe de qualquer poluição da cidade, há uma nova solução. Segundo pesquisas da NASA (agência espacial americana), que sempre procura novas formas de purificar o ar de suas estações espaciais, algumas plantas são capazes de retirar do ar, além do CO2, outras substâncias prejudiciais à saúde, como o benzeno e o formaldeído.
Algumas das plantas indicadas pela NASA são:
Filodendro (philodendron scandens)
Pau-d’água (dracaena fragrans)
Hera (hedera helix)
Paulistinha (chlorophytum comosum)
Lírio-da-paz (spathiphyllum mauna loa)
Café-de-salão (aglaonema modestum)
Fícus-benjamim (ficus benjamina)
Palmeira-bambu (chamaedorea seifrizii)
Espada-de-são-jorge (sansevieria trifasciata)
Confira a fonte: Revista Época Negócios
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Petróleo x Álcool (Etanol) no Efeito Estufa
Quais as diferenças entre essas duas fontes de energia? O que isso muda para o planeta?
Para facilitar o entendimento quanto ao álcool combustível, separarei o procedimento da obtenção dessa energia em etapas.
Primeira: o homem planta a cana-de-açúcar (Brasil) ou o milho (EUA).
Segunda: o vegetal cresce. Isso ocorre por meio da fotossíntese: processo em que ele retira da atmosfera o CO2, “quebra” esse gás, devolve o O2 para o ar e utiliza o carbono restante para produzir novas células e moléculas.
Terceira: o homem corta o vegetal e o transforma em álcool combustível (etanol), por meio da fermentação.
Quarta: o álcool combustível é queimado (carro, indústria, álcool de cozinha, etc.), liberando CO2 na atmosfera.
Se você reparar bem, vai perceber que o gás carbônico liberado no final do processo é o mesmo daquele que foi capturado no início, fazendo com que, no final das contas, o processo termine no “zero a zero” em emissões. Vale ressaltar, no entanto, que não estão sendo consideradas as emissões realizadas para que o processo acima ocorra, isto é, as emissões das máquinas para plantar e cortar, do transporte, entre outras.
Pelo fato de essa fonte de energia poder ser "refeita" (no caso, plantada) periodicamente, ela é caracterizada como renovável (também conhecida como alternativa).
No caso dos derivados de petróleo, o placar está longe do zero a zero, já que ele é uma fonte de energia não renovável. Isso ocorre, porque o petróleo é proveniente do subsolo, gerado depois de milhões de anos submetido a altas pressões e temperaturas aplicadas a restos orgânicos de animais e vegetais. Desta forma, quando o homem extrai e queima o “ouro negro”, ele passa a jogar na atmosfera quantidades de gás CO2 que não estavam contabilizadas anteriormente, intensificando o efeito estufa.
Por essa razão que se considera o álcool combustível uma fonte de energia mais limpa do que a gasolina ou o diesel (derivados do petróleo).
Para refletir:
Para facilitar o entendimento quanto ao álcool combustível, separarei o procedimento da obtenção dessa energia em etapas.
Primeira: o homem planta a cana-de-açúcar (Brasil) ou o milho (EUA).
Segunda: o vegetal cresce. Isso ocorre por meio da fotossíntese: processo em que ele retira da atmosfera o CO2, “quebra” esse gás, devolve o O2 para o ar e utiliza o carbono restante para produzir novas células e moléculas.
Terceira: o homem corta o vegetal e o transforma em álcool combustível (etanol), por meio da fermentação.
Quarta: o álcool combustível é queimado (carro, indústria, álcool de cozinha, etc.), liberando CO2 na atmosfera.
Se você reparar bem, vai perceber que o gás carbônico liberado no final do processo é o mesmo daquele que foi capturado no início, fazendo com que, no final das contas, o processo termine no “zero a zero” em emissões. Vale ressaltar, no entanto, que não estão sendo consideradas as emissões realizadas para que o processo acima ocorra, isto é, as emissões das máquinas para plantar e cortar, do transporte, entre outras.
Pelo fato de essa fonte de energia poder ser "refeita" (no caso, plantada) periodicamente, ela é caracterizada como renovável (também conhecida como alternativa).
No caso dos derivados de petróleo, o placar está longe do zero a zero, já que ele é uma fonte de energia não renovável. Isso ocorre, porque o petróleo é proveniente do subsolo, gerado depois de milhões de anos submetido a altas pressões e temperaturas aplicadas a restos orgânicos de animais e vegetais. Desta forma, quando o homem extrai e queima o “ouro negro”, ele passa a jogar na atmosfera quantidades de gás CO2 que não estavam contabilizadas anteriormente, intensificando o efeito estufa.
Por essa razão que se considera o álcool combustível uma fonte de energia mais limpa do que a gasolina ou o diesel (derivados do petróleo).
Para refletir:
Carros Elétricos - Esperança ou Realidade?
Quem vive numa grande cidade e nunca sofreu com a poluição do tráfego que atire a primeira pedra...
Para os que sofrem com a poluição atmosférica sabem que não é de hoje que são exibidos carros elétricos em grandes eventos do setor automobilístico, cada um com seu maravilhoso design e capaz de fazer os mais ecologicamente conscientes sonharem com o futuro mais próspero.
Neste futuro – que torcemos para chegar o mais breve possível – todos os veículos automotores serão movidos por uma fonte de energia alternativa renovável e totalmente limpa, como o caso de veículos elétricos ou dos movidos a hidrogênio. Vale ressaltar que energia renovável é aquela que pode ser produzida pelo homem (para os mais fãs da física não me crucificarem, lembro que energia não pode ser “produzida”, mas sim transformada; por exemplo: transformação da energia mecânica dos ventos, a eólica, para energia elétrica). Atualmente, utiliza-se, principalmente, a gasolina e óleo diesel, derivados do petróleo, que, além de não serem renováveis, contribuem para o efeito estufa.
No entanto, além desses promissores “carros do futuro”, já existem motocicletas elétricas à venda, que custam menos do que motos convencionais e possuem um gasto com combustível ínfimo. Desta forma, elas se tornam uma excelente alternativa ambientalmente correta para trajetos diários curtos nas grandes cidades.
Os avanços não se limitam a veículos particulares. Estendem-se também aos coletivos, como o caso do trólebus, que já circula nas ruas de inúmeras cidades. São Bernardo dos Campos já se beneficia dessa tecnologia limpa, assim como cidade de outros países: Polônia, China, Suíça, Sérvia, até mesmo, nosso amado vizinho, a Argentina, entre outros.
Enquanto esse futuro não chega, é fundamental que nos esforcemos ao máximo para reduzir nossas emissões de CO2, procurando utilizar transportes coletivos e alternativos, como a bicicleta, no lugar de veículos particulares.
Veja um vídeo relacionado ao tema:
Para os que sofrem com a poluição atmosférica sabem que não é de hoje que são exibidos carros elétricos em grandes eventos do setor automobilístico, cada um com seu maravilhoso design e capaz de fazer os mais ecologicamente conscientes sonharem com o futuro mais próspero.
Neste futuro – que torcemos para chegar o mais breve possível – todos os veículos automotores serão movidos por uma fonte de energia alternativa renovável e totalmente limpa, como o caso de veículos elétricos ou dos movidos a hidrogênio. Vale ressaltar que energia renovável é aquela que pode ser produzida pelo homem (para os mais fãs da física não me crucificarem, lembro que energia não pode ser “produzida”, mas sim transformada; por exemplo: transformação da energia mecânica dos ventos, a eólica, para energia elétrica). Atualmente, utiliza-se, principalmente, a gasolina e óleo diesel, derivados do petróleo, que, além de não serem renováveis, contribuem para o efeito estufa.
No entanto, além desses promissores “carros do futuro”, já existem motocicletas elétricas à venda, que custam menos do que motos convencionais e possuem um gasto com combustível ínfimo. Desta forma, elas se tornam uma excelente alternativa ambientalmente correta para trajetos diários curtos nas grandes cidades.
Os avanços não se limitam a veículos particulares. Estendem-se também aos coletivos, como o caso do trólebus, que já circula nas ruas de inúmeras cidades. São Bernardo dos Campos já se beneficia dessa tecnologia limpa, assim como cidade de outros países: Polônia, China, Suíça, Sérvia, até mesmo, nosso amado vizinho, a Argentina, entre outros.
Enquanto esse futuro não chega, é fundamental que nos esforcemos ao máximo para reduzir nossas emissões de CO2, procurando utilizar transportes coletivos e alternativos, como a bicicleta, no lugar de veículos particulares.
Veja um vídeo relacionado ao tema:
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